Blog/Privacidade
Antes de tudo
Este texto é orientação prática para liderança de igreja. Não substitui advogado nem DPO. Se a sua congregação trata muitos dados sensíveis ou atua em rede, vale conversar com quem entende de LGPD.
Por que isso importa no templo
A igreja guarda telefone, endereço, dados de menores, pedidos de oração e às vezes informações de aconselhamento. Filiação religiosa e cuidados pastorais podem ser dados sensíveis.
Confiança pastoral e obrigação legal andam juntas: a pessoa entrega a vida da família esperando discrição.
Quem controla os dados
Em geral, a igreja decide por que e como usa os dados dos membros — ela é a controladora. O sistema que hospeda o cadastro é operador: processa o que a igreja pede, com medidas de segurança.
Na prática: quem define acesso, finalidade e exclusão é a liderança da igreja — não o fornecedor do software.
Hábitos que já reduzem risco
Sem juridiquês — coisas que cabem na rotina:
- Dê acesso só a quem precisa (secretaria, tesouraria, líderes de ministério).
- Evite planilha compartilhada com “qualquer um do Drive”.
- Não publique lista completa de membros em grupo aberto.
- Trate pedido de oração e aconselhamento com o mínimo de pessoas possível.
- Quando alguém pedir remoção ou correção de dados, tenha um caminho claro para atender.
No Minha Church
Permissões por área, criptografia e práticas alinhadas à LGPD fazem parte do produto. A igreja continua responsável pelo que cadastra e por quem enxerga o quê.
Detalhes estão na Política de Privacidade e no Adendo LGPD do site. Em caso de dúvida específica da sua congregação, fale com assessoria jurídica.